Resenha: O Espaço entre Nós

Olá suckers! Então, hoje vim resenhar um filme que JÁ saiu do cinema, porém eu fiquei muito ansiosa para vê-lo e não tive a oportunidade, mas COM O PODER DA GRAÇA DIVINA  ele chegou na Netflix e decidir falar um pouco sobre ele pra vocês, porque, de verdade, MERECE. Vamos lá?

O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Britt Robertson).
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Eu estava com muita expectativa desse filme, apesar de não ter sido muito divulgado e comentado — como muitos dramas (ou comédias) românticos hoje em dia — me impressionei com o trailer e como eu tenho um ponto fraco por romances, cedi e não me decepcionei. O filme tem a trama protagonizada por Gardner, um adolescente marciano nascido em segredo pela NASA e ele é trazido para a Terra, mas antes de vir, ele já conversava com Tulsa pela internet — mas nunca contando seu verdadeiro paradeiro e situação — já Tulsa teve uma infância/adolescência difícil em vários lares adotivos. E nisso, os dois vão numa missão para encontrar o pai biológico de Gardner — foragidos e perseguidos pela NASA —.

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          Imaginem um garoto marciano, que só teve contato com 14 pessoas em 16 anos, NA
TERRA? Cenas engraçadinhas lotam o filme, além de ser muito bonito ver Gardner valorizar pequenas coisas da Terra, e do nosso dia a dia que é quase imperceptível por nós, como é por Tulsa. O filme também é um pouco futurista e obviamente com ficção-científica. Como nem tudo é rosas, Gardner tem um problema no coração e não sobreviverá por muito tempo na atmosfera terrestre, mas nesse meio ele já vive uma história — se é que pode ser considerada história — com Tulsa,  e a menina que odeia a escola e as pessoas nela, ama Gardner facilmente.


         Uma coisa que tiro o chapéu para o filme são as cenas no espaço e a sua cinematografia, tem umas cenas de umas paisagens tão maravilhosas, raramente vistas em filmes atualmente. A atuação de Britt Robertson, excepcional como sempre e Asa, também foi demais, como em O Lar das Crianças Peculiares (2016). Sem contar o grande plot twist que eles colocaram no final, que eu nem sequer imaginava. Em geral, recomendo a todos que gostam de um romance, mais precisamente, juvenil. Eu chorei que nem um bebê nesse filme — mas eu choro para tudo fictício, então não conta — agora me contem vocês.

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Beijos e até o próximo post! 🙂 

Resenha: Mulher Maravilha!

Olá mishamigos! Tudo bom com vocês? Comigo está tudo ótimo, afinal acabei de sair da sessão de Mulher Maravilha e vim correndo contar pra vocês minha opinião sobre esse maravilhoso filme.

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

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Bom, como todos — ou não — sabem, Wonder Woman é um filme solo e mais para contar a origem e a história de Diana Prince, até ela se tornar a tal heroína. O filme se inicia em Themyscira, onde passam as cenas das Amazonas, que são impecáveis, o cenário é maravilhoso com cores vivas e as lutas delas, os treinamentos no caso, são totalmente demais. As lutas no filme tem alguns movimentos mais lentos que ficaram muito bons.

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Diana, é demasiada ingênua no começo da trama, sem ter contato com o mundo dos homens ela acredita na bondade e tem o coração mais puro. Depois que embarca com Steve — capitão britânico que “aparece” na ilha — numa missão para Londres de comunicar o General do plano alemão e da parte dela, derrotar Ares, Deus da Guerra, que ela alega estar corrompendo os humanos, a ponto deles iniciarem a 1ª Guerra Mundial, Diana percebe em qual situação os humanos se encontram e o quão grande é o sofrimento deles.

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O filme é maravilhoso e faz jus as mulheres poderosas que somos. Patty — diretora do filme — disse que não queria que Diana lutasse como homem e alcançou o que queria. Diana luta com graciosidade e sua inabalável fé nos humanos é incrível. A contrastável mudança no cenário da ilha para Londres é palpável e se compara com a personalidade dela. O filme arranca boas risadas, afinal Diana vivia isolada entre mulheres numa ilha! O que ela sabe sobre as engenhocas humanas?

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Um aspecto negativo foi o excesso de efeitos especiais no final, algumas coisas foram muito forçadas, as fazendo exageradas. A atuação de Gal Gadot abalou meu mero coração. QUE MULHER. Chris Pine também foi sensacional, o personagem dele ganhou meu amor. O filme é digno do nome, e de um filme solo. 2 horas e 20 minutos bem recompensadas. DC se superou e, na minha opinião, superou Esquadrão Suicida! Até escorreu umas lagriminhas no final, haha. (rindo de nervoso)

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GIRL POWER. HELL YES.

Nossa, falei bastante, não? Espero que tenham gostado e corram para assistir essa maravilha — literalmente —. Beijos s2

Resenha: Cinquenta Tons Mais Escuros

Olá pessoal! Hoje venho com uma resenha de filme, vocês acham que estou falando muito de filmes? É porque ando indo bastante ao cinema e estou acumulando postagens (ainda tem de Logan), enfim, deem opiniões. Vale lembrar que essa é uma resenha do filme, então nada de comparações ao livro. E vamos lá!!!

Nesse post eu vou contar um pouco da história – SEM SPOILERS – mas se você não quer saber, leia apenas a sinopse.

Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia.

O filme em si é romântico, há algumas cenas de “ação” mas nada demais. Esse é o filme 2 da trilogia e é TOTALMENTE visível como os personagens amadureceram e mudaram, afinal, eles terminam o primeiro filme “brigados”. Por exemplo, Christian era totalmente controlador e “cara fechada” no Cinquenta Tons de Cinza, e ver um personagem com tanta bagagem mais maleável e sorridente é demais.

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♥ *suspiro* ♥

Anastasia não muda muito, continua uma personagem simples e leve, o que contrasta com a personalidade de Christian. Nesse filme tem briga de mulheres por macho, tapa na cara, e até chefes que tentam mais do que devem, se é que vocês me entendem. A trilha sonora é maravilhosa, por sinal, já até baixei haha. Eu recomendo para todos que se identificam com o gênero e que se classificam na idade, que é 16, pois o filme conta com cenas de sexo explícito (umas 4 mais ou menos). Um ponto positivo também, o filme não é arrastado.

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É muito legal ver a química do casal tentando funcionar superando suas personalidades opostas e, como todo filme, os “indivíduos” que querem os separar. As atuações são ótimas, os cenários no passeio de barco é maravilhoso! Muita gente reclama da escolha de Jamie para o papel, mas eu não tenho do que reclamar. Vão assistir haha ❤

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Bom, galera foi isso. Espero que tenham gostado. Até o próximo post, não sei se será Resenha de Logan ou de alguma série. Deem sugestões, beijos ❤