Resenha [Livro]: Entre o Amor e a Vingança

Olá queridos leitores, espero que estejam bem, como eu estou. Fiz umas compras na Saraiva esses dias e queria dizer, como livros estão caros, não? Uma pessoa que preza livros físicos como eu, pagar R$30,00 em um livro que termino em 3 dias é particularmente caro. SARAIVA, ALGUÉM! ME PATROCINA!!! Enfim, já reclamei, agora vamos ao post.

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O que um canalha quer, um canalha consegue…
Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.
Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres.
Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança – o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles, até mesmo seu coração.


Classificação: 4/5 | Romance | Editora: Gutenberg | Autora: Sarah MacLean | Skoob


Eu estou numa pegada muito época agora, não sei o que me deu. Larguei meus xodós da Cassandra Clare e embarquei no século XIX. Depois que dei uma chance para Cilada para um Marquês e consequentemente, para Sarah MacLean não consegui me conter. Dentre os dois ainda fico com Cilada para um Marquês mas consegui me apaixonar igualmente por Penélope e Michael, vulgo Bourne. Terminei o livro em 2 fucking dias.

O diferencial é que, Penélope e Michael era amigos de infância que se separam por longos 16 anos, ou seja, eles não realmente se conheceram no livro, apenas se REencontram, entendem? e esses anos não foram bom para Michael, que perdeu tudo e pretende se vingar, já Penélope, é a solteirona da família, com um noivado arruinado e com 28 anos, nem se quer foi beijada. Apesar de que, achei esse livro bem mais explícito que Cilada para um Marquês.

Eu já esperava que Michael era ruim, mas não esperava tanto. Ok, ele perdeu tudo, ok, ele quer se vingar. Mas ele não mede esforços, pelo menos do ínicio a metade do livro, para conseguir o que quer. Penélope é decidida e t-o-t-a-l-m-e-n-t-e empática, por Deus, ela põe as necessidades de todos acima da dela, talvez seja por isso que eu a adorei tanto. Porém Michael passa tanto tempo sem falar o que sente, sempre deixando suas palavras apenas em pensamento que nossa mocinha se autodeprecia um pouco, além de desacreditar nele.

O livro também tem um quê a mais devido ao fato de que, Michael é sócio de um cassino, então jogos, apostas e afins estão inclusos no livro. O final é ótimo, e é realmente o que o título diz, Michael tem que escolher entre o amor de Penélope ou a vingança pela qual sempre lutou. A capa e a diagramação são ótimas. Entre o Amor e a Vingança é o primeiro livro da série O Clube Dos Canalhas, seguido por Entre a Culpa e o Desejo e logo, Entre a Ruína e a Paixão.

‘‘O problema com as mentiras é que era fácil demais acreditar nelas, mesmo quando éramos nós que as contávamos. Talvez especialmente quando somos nós que as contamos.’’   

Bom gente, é isso. Espero que tenham gostado. Se você curte romances clichês de época, aposte na Sarah, uma boa escolha também é Julia Quinn e sua série Os Bridgertons. Beijos e até o próximo post ❤

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Filme: Dupla Explosiva!

Olá amigos, tudo bom? Hoje, depois de muito tempo, venho com uma resenha de um filme que vi esses dias que foi Dupla Explosiva, inclusive assisti Anabelle e não achei lá essas coisas, e vocês? Estou com mais expectativas para It, a Coisa! E… vamos lá 🙂

Um guarda-costas de elite, que só trabalha para os clientes mais seletos do mundo, descobre que terá um novo cliente: um assassino de aluguel que ressurgiu das cinzas, com quem costumava se estranhar no passado. Apesar do ódio mútuo, eles terão 24 horas para viajar de Londres para a Holanda, enquanto são perseguidos pelos agentes de um ditador do Leste Europeu.

Eu amo Ryan Reynolds desde A Proposta (2009) e obviamente sempre achei Samuel Jackson um ator muito bom, afinal, NICK FURY GUYS! mas não sei. Talvez fosse o clima do dia que escolhi para assisti-lo ou a grande expectativa. O filme enrola um pouco, e o plot, o objetivo do filme é bem frugal, gira em torno de levar Kincaid para depor contra um vilão o qual não me lembro o nome que, basicamente era um “retrato de Hitler”. A Interpool está corrompida e nessa viagem até a Holanda eles são perseguidos e é aí rolam as enrascadas.

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Ryan já provou ter um ótimo ponto na comédia com Deadpool (2016) e dessa vez não foi diferente, como seu personagem é bem minucioso e sistemático com seus planos já Kincaid (Samuel Jackson) não liga muito pra isso, então esses contrastes nos rendem risadas. Temos duas moças para completar a dupla e a história disso, é bem chocha. A recomendação é 14 anos mas achei bem tranquilo no linguajar e cenas inadequadas, a não ser algumas mortes bem sanguinárias.

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As cenas de carro capotando, de tiros e de perseguições em motos e barcos são muito boa mas já os efeitos de, creio eu, tela verde não são um dos melhores. É palpável a falsidade neles, não sei explicar haha. Resumindo, se você está a tarde sem fazer nada no shopping e decide ir ao cinema sem compromissos, recomendo. Mas não diria para você sair de casa e ir pra fila do cinema agora! Diria que é um bom filme para Tela Quente na globo haha.

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Até a resenha de It, a Coisa ou quem sabe eu venho antes resenhar um livro, que tal? Faz tempo né…. beijos ❤

Resenha: O Espaço entre Nós

Olá suckers! Então, hoje vim resenhar um filme que JÁ saiu do cinema, porém eu fiquei muito ansiosa para vê-lo e não tive a oportunidade, mas COM O PODER DA GRAÇA DIVINA  ele chegou na Netflix e decidir falar um pouco sobre ele pra vocês, porque, de verdade, MERECE. Vamos lá?

O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Britt Robertson).
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Eu estava com muita expectativa desse filme, apesar de não ter sido muito divulgado e comentado — como muitos dramas (ou comédias) românticos hoje em dia — me impressionei com o trailer e como eu tenho um ponto fraco por romances, cedi e não me decepcionei. O filme tem a trama protagonizada por Gardner, um adolescente marciano nascido em segredo pela NASA e ele é trazido para a Terra, mas antes de vir, ele já conversava com Tulsa pela internet — mas nunca contando seu verdadeiro paradeiro e situação — já Tulsa teve uma infância/adolescência difícil em vários lares adotivos. E nisso, os dois vão numa missão para encontrar o pai biológico de Gardner — foragidos e perseguidos pela NASA —.

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          Imaginem um garoto marciano, que só teve contato com 14 pessoas em 16 anos, NA
TERRA? Cenas engraçadinhas lotam o filme, além de ser muito bonito ver Gardner valorizar pequenas coisas da Terra, e do nosso dia a dia que é quase imperceptível por nós, como é por Tulsa. O filme também é um pouco futurista e obviamente com ficção-científica. Como nem tudo é rosas, Gardner tem um problema no coração e não sobreviverá por muito tempo na atmosfera terrestre, mas nesse meio ele já vive uma história — se é que pode ser considerada história — com Tulsa,  e a menina que odeia a escola e as pessoas nela, ama Gardner facilmente.


         Uma coisa que tiro o chapéu para o filme são as cenas no espaço e a sua cinematografia, tem umas cenas de umas paisagens tão maravilhosas, raramente vistas em filmes atualmente. A atuação de Britt Robertson, excepcional como sempre e Asa, também foi demais, como em O Lar das Crianças Peculiares (2016). Sem contar o grande plot twist que eles colocaram no final, que eu nem sequer imaginava. Em geral, recomendo a todos que gostam de um romance, mais precisamente, juvenil. Eu chorei que nem um bebê nesse filme — mas eu choro para tudo fictício, então não conta — agora me contem vocês.

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Beijos e até o próximo post! 🙂